Uma colisão entre duas aeronaves de pequeno porte, do tipo helicóptero, abalou o Rio de Janeiro na tarde deste domingo (14). O acidente ocorreu durante uma operação de translado aéreo na região metropolitana, resultando em uma tragédia que já contabiliza seis óbitos confirmados. Entre os passageiros de uma das aeronaves estava o cantor e produtor musical norte-americano Oliver Tree, que iniciava no Brasil uma aguardada turnê internacional.

De acordo com os primeiros levantamentos das autoridades, o choque ocorreu durante uma manobra de aproximação. A violência do impacto ocasionou a queda imediata de ambos os aparelhos em uma área de difícil acesso, o que dificultou o início das operações de resgate. Equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e unidades móveis de saúde foram deslocadas em caráter de urgência para o local, estabelecendo um perímetro de segurança e iniciando a triagem das vítimas sobreviventes.
Das 12 pessoas que ocupavam as aeronaves, seis foram declaradas mortas no local pelos socorristas. Os demais ocupantes foram resgatados com ferimentos de diversas naturezas e encaminhados para unidades hospitalares de referência no Rio de Janeiro. O estado de saúde dos sobreviventes é considerado grave, sendo que todos seguem sob observação intensiva e cuidados de urgência.
A assessoria de imprensa do cantor Oliver Tree confirmou a presença do artista na aeronave envolvida no acidente. O músico está internado sob atendimento médico emergencial. Até o momento, o boletim médico atualizado não foi divulgado por determinação de privacidade e pela instabilidade do quadro clínico.
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) já enviou peritos ao local da colisão. A equipe técnica trabalha na análise dos destroços, na verificação dos planos de voo e na coleta de dados das torres de controle para determinar a causa precisa da colisão. O órgão apura se fatores climáticos, falhas técnicas ou erro humano contribuíram para a tragédia. A área permanece isolada para a perícia criminal.
O Ministério dos Transportes e a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) também acompanham o caso de perto, visando garantir que todos os protocolos de segurança sejam rigorosamente apurados.
Por: Redação Juruti Agora.
