Fortes ventos e chuva causam destelhamentos, quedas de árvores e alagamentos

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TERRA SANTA (PA) – Na manhã desta terça-feira, 12 de maio de 2026, o município de Terra Santa, localizado no oeste paraense, foi atingido por um fenômeno meteorológico de forte intensidade. A precipitação pluviométrica, acompanhada de rajadas de vento de alta velocidade, resultou em severos danos estruturais em residências, quedas de espécimes arbóreos e pontos críticos de inundação em diversas vias públicas.

De acordo com os registros iniciais, a tempestade teve início de forma súbita, apresentando ventos com força suficiente para o destelhamento total e parcial de imóveis residenciais e estabelecimentos comerciais. A pressão atmosférica e a velocidade das rajadas provocaram a remoção de coberturas de diversos materiais, expondo o interior das edificações e causando prejuízos materiais aos moradores. Além dos danos nos telhados, a infraestrutura elétrica foi comprometida em setores específicos devido à queda de árvores sobre a fiação, o que gerou interrupções pontuais no fornecimento de energia.

O volume de chuva registrado em um curto intervalo de tempo sobrecarregou o sistema de escoamento superficial da cidade. Como consequência, canais de drenagem transbordaram, provocando alagamentos que atingiram o nível das calçadas e, em casos mais críticos, invadiram propriedades privadas. O tráfego de veículos e a circulação de pedestres foram temporariamente suspensos em áreas de maior acúmulo de água para garantir a segurança da população.

Equipes da Defesa Civil Municipal, em conjunto com órgãos de infraestrutura, foram mobilizadas prontamente para realizar o levantamento técnico dos sinistros. O protocolo de contingenciamento inclui a desobstrução de vias públicas, a remoção de galhadas e o auxílio direto às famílias que tiveram suas moradias vulnerabilizadas pela perda das coberturas.

Até o fechamento desta edição, não foram reportadas vítimas com ferimentos graves ou óbitos decorrentes diretamente do temporal. A administração municipal mantém o estado de alerta e recomenda que os cidadãos evitem áreas com histórico de inundação ou estruturas que apresentem sinais de instabilidade física. O monitoramento das condições climáticas na região segue sendo realizado pelos institutos de meteorologia competentes.

Por: Janela Amazônica e Juruti Agora.